Famosa por ser o reduto da malandragem e da boemia carioca, o bairro da Lapa é hoje o principal ponto de encontro para pessoas de todas as idades, classes sociais e gostos. Com um leque de opções que abriga desde funkeiros a artistas plásticos, a noite da Lapa está sempre lotada e muito animada.
É possível ver e ouvir, nas centenas de sobrados espalhados pelo bairro, milhares de pessoas bebendo e se divertindo com os diversos programas que o local proporciona. A rua Joaquim Silva é um show à parte, com centenas de pessoas aglomeradas nos diversos bares ao longo da rua. É uma verdadeira “Torre de Babel” de estilos. Roqueiros, funkeiros, sambistas, forrozeiros, rastafaris, hippies e outras tribos convivem, quase sempre, de forma harmoniosa e curtem juntos (muito juntos) a grande mistura de sons dali. A arquitetura antiga, característica da Lapa, traz ainda mais charme e simpatia para a noite. Segundo o analista de sistemas Rafael Laranjeiro, de 34 anos e frequentador da Lapa, essa mistura representa a liberdade de expressão e permite que todos se sintam à vontade no bairro.
“A diversidade de ‘baladas’ na Lapa leva ao encontro de todas as tribos em um mesmo local. Nesse ambiente amistoso onde todos se encontram, a grande vantagem é que cada um pode ser o que realmente é. Sem se preocupar em representar um papel para a sociedade. Em resumo, a importância é a liberdade das pessoas de se expressar”, conta Rafael.
Rafael ainda ressalta, que é difícil encontrar, em outras cidades, uma gama tão diversificada de estilos em um mesmo lugar. “A Lapa concentra a maior diversidade cultural do Rio. Em São Paulo, acredito que haja uma diversidade igual ou até maior, mas não centralizada em um único bairro”, afirma.
Mas nem todos são partidários do grande “boom” de eventos que tem caracterizado a Lapa. A jornalista Maíra Palha, de 26 anos, alerta para a falta de estrutura do bairro. “Sou muito a favor da diversidade, mas acabou ficando pouco espaço para tanta gente. A Lapa não possui estrutura para abrigar alguns mega eventos que ocorrem lá”, conta. Mesmo assim, Maíra não deixa de frequentar o local, porém prefere ser objetiva quando escolhe seu programa. “Gosto dos shows no Circo Voador, na Fundição Progresso, Democráticos, Estrela da Lapa e Carioca da Gema. Almoçar no A Capela é outra ótima pedida”. O alto número de frequentadores também tem uma função social muito importante. Segundo o jornalista Rodrigo Abreu, a diversidade estampada nas ruas da Lapa traz consigo um sentimento de respeito e amizade, que deve ser copiado por toda a sociedade. “Onde você une tantas tribos em harmonia? Até a praia hoje em dia é setorizada. O mais importante da diversidade é a quebra de preconceitos. Rastas, funkeiros, playboys, patricinhas, mendigos, prostitutas, gays e héteros andam lado a lado, se respeitam e convivem bem uns com os outros. Isso cria a consciência no ser humano que as diferenças devem ser respeitadas e que cada um pode ser feliz da forma como desejar”, analisa.
Além de um grande ponto de encontro de tribos, a Lapa caracteriza-se como um excelente berço para novos artistas, dos mais variados segmentos. Muitas bandas têm seu trabalho conhecido pelo público através dos festivais de música que acontecem todos os anos no bairro. Além disso, a grande variedade de casas de festa proporciona aos músicos um leque de oportunidades enorme. Segundo a cantora e compositora Livia Valpassos, vocalista da banda de pop rock Case, a variedade de locais para tocar e os baixos preços permitem que todos possam mostrar seus trabalhos. “A noite na Lapa é uma excelente oportunidade para os novos artistas se apresentarem. Por lá, toca de tudo: forró, samba, rock, pop, mpb. Tudo! E sempre tem espaço para bandas independentes, com um preço acessível para os amigos”, conta.
Livia, que já se apresentou no Teatro Odisséia, afirma ainda, que variedade de estilos, característica da Lapa, é um ponto muito importante para a evolução dos movimentos artísticos. “Para nós, músicos, independente do estilo musical, o importante é apreciar uma música de qualidade. E quanto mais diversidade, melhor. Ritmos como funk e soul nasceram de misturas de estilo. É assim que surgem novas tendências”, analisa a cantora.
E não só os músicos que se beneficiam da Lapa para divulgar seus trabalhos. Para os artistas plásticos o bairro proporciona uma gama enorme de centros culturais, galerias e eventos voltados para o tema. Pintores, grafiteiros, fotógrafos, cineastas, todos têm espaço garantido. Um dos eventos mais famosos e que reúne o maior número de artistas é a Mostra Livre de Arte (MOLA), que acontece todos os anos no Circo Voador. Em um único dia, as pessoas que vão ao evento contam com diversas instalações artísticas, projeções e exposições de fotografia, exibição de curtas, shows de bandas independentes, esquetes teatrais e apresentações de dança. O evento dura uma semana, o que permite uma oportunidade para um maior número de artistas. A mostra acontece desde 2005 e já recebeu artistas de todos os estilos e estados. Por lá já passaram diversos nomes do cenário independente como Maurício Baia, Orquestra Voadora, Canastra, Coquetel Acapulco, Orquestra Brasileira de Música Jamaicana entre outros.
Iniciando sua carreira no mundo da arte, a fotógrafa Ivy Peçanha vê a Lapa não só como um local para expor, mas também para trocar ideias e experiências artísticas. “Participei da Mostra Livre de Artes (MOLA, no Circo Voador) por dois anos (2006 e 2009) e da Bienal de Arte e Cultura da UEE (em 2008). Todos com fotografias ou projeções fotográficas. A Lapa fez surgir em mim a coragem de ir expondo o meu trabalho em outros lugares, já que eu percebia um bom entendimento por parte das pessoas. As vezes a gente se pergunta se o nosso objetivo com uma determinada série ficou claro, e é nessas situações que se tem uma resposta. Para mim, isso é muito importante, já que eu não faço parte dos artistas que gostam de ‘conversar sozinho’”.
Com tudo isso, não é de se admirar que a Lapa seja o maior ponto de encontro e entretenimento do Rio de Janeiro. Um lugar especial para moradores e visitantes da cidade. Quem passar por lá presenciará história, arte, música e muito lazer.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Pesadelo em um dia de outono
Terça-feira, 6h30 da manhã acordo. Tudo escuro no quarto, meu irmão mais novo dormindo pesado e eu preocupado em entregar um importante trabalho na faculdade. Não liguei a televisão para não incomodar meu irmão assim como também não abri a janela do quarto. Apenas tomei um café da manhã reforçado e fui tomar um banho. Quando estava saindo, recebi uma ligação de uma colega do trabalho que mora em Niterói me avisando que não conseguiria chegar cedo ao trabalho pelo fato de a ponte estar fechada e as barcas sem funcionamento devido às fortes chuvas.
Intrigado, fui até a janela e percebi que o tempo realmente estava feio. Mesmo assim, resolvi sair de casa e ir para a faculdade – aquele trabalho realmente era muito importante e deveria ser entregue. Quando chego no bairro da Lagoa, onde estudo, tive que enfrentar água na canela e, quando enfim consigo chegar na porta da faculdade (já arrependido de ter saído de casa), encontro-a trancada e pergunto ao segurança o que aconteceu. Muito indignado com a pergunta, ele me responde: “O que você está fazendo aqui?! A cidade está um caos! Pessoas estão morrendo! Volte para casa”. Não sabia que a cidade estava totalmente parada. Mesmo assim decidi ir ao trabalho. Peguei o metrô e após 40 minutos parado em uma estação (o vagão estava lotado, claro) por conta de problemas, conseguir seguir viagem e chegar no trabalho (com a calça molhada até o joelho).
Ao chegar, percebi que era o único do meu departamento que estava no trabalho. Comecei a ligar para os meus colegas e para a minha gerente. Após inúmeras ligações, decidimos que era melhor voltar para casa e executar minhas tarefas de casa (estava claro que era o melhor a se fazer e que meu retorno não me traria penalidades na empresa). Assim foi feito, voltei para casa e, de lá, cumpri TODAS as minhas tarefas e ainda me coloquei a disposição para ajudar no que fosse preciso para que todos do departamento pudessem concluir as suas.
Na quarta-feira, ao chegar no trabalho, só se falava do caos do dia anterior. Todos contando suas aventuras, alguns contando histórias tristes de casas de amigos que tiveram de ser interditadas... Enfim, o assunto não poderia ser outro. Todos tinham a certeza de que a empresa entendia o caos da cidade e ninguém estava preocupado em ser descontado – até porque nossa empresa exibe com orgulho o selo “Great Place to Work”.
Doce ilusão! Nossa expectativa foi totalmente frustrada quando nossa gerente nos comunicou que não haveria abono nas faltas. Bem, gostaria de compartilhar com vocês minha indignação. É, no mínimo, hipocrisia da parte da empresa exibir um selo de “Melhores Empresas para se Trabalhar” e ter uma atitude como essa.
Enfim, só me resta lamentar e pagar as horas devidas...
Intrigado, fui até a janela e percebi que o tempo realmente estava feio. Mesmo assim, resolvi sair de casa e ir para a faculdade – aquele trabalho realmente era muito importante e deveria ser entregue. Quando chego no bairro da Lagoa, onde estudo, tive que enfrentar água na canela e, quando enfim consigo chegar na porta da faculdade (já arrependido de ter saído de casa), encontro-a trancada e pergunto ao segurança o que aconteceu. Muito indignado com a pergunta, ele me responde: “O que você está fazendo aqui?! A cidade está um caos! Pessoas estão morrendo! Volte para casa”. Não sabia que a cidade estava totalmente parada. Mesmo assim decidi ir ao trabalho. Peguei o metrô e após 40 minutos parado em uma estação (o vagão estava lotado, claro) por conta de problemas, conseguir seguir viagem e chegar no trabalho (com a calça molhada até o joelho).
Ao chegar, percebi que era o único do meu departamento que estava no trabalho. Comecei a ligar para os meus colegas e para a minha gerente. Após inúmeras ligações, decidimos que era melhor voltar para casa e executar minhas tarefas de casa (estava claro que era o melhor a se fazer e que meu retorno não me traria penalidades na empresa). Assim foi feito, voltei para casa e, de lá, cumpri TODAS as minhas tarefas e ainda me coloquei a disposição para ajudar no que fosse preciso para que todos do departamento pudessem concluir as suas.
Na quarta-feira, ao chegar no trabalho, só se falava do caos do dia anterior. Todos contando suas aventuras, alguns contando histórias tristes de casas de amigos que tiveram de ser interditadas... Enfim, o assunto não poderia ser outro. Todos tinham a certeza de que a empresa entendia o caos da cidade e ninguém estava preocupado em ser descontado – até porque nossa empresa exibe com orgulho o selo “Great Place to Work”.
Doce ilusão! Nossa expectativa foi totalmente frustrada quando nossa gerente nos comunicou que não haveria abono nas faltas. Bem, gostaria de compartilhar com vocês minha indignação. É, no mínimo, hipocrisia da parte da empresa exibir um selo de “Melhores Empresas para se Trabalhar” e ter uma atitude como essa.
Enfim, só me resta lamentar e pagar as horas devidas...
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Rivera Cajon
Já estão disponíveis para compra na internet os cajons produzidos por dois amigos meus: Os irmãos Rivera! Felipe e Fábio produzem o cajon, instrumento de origem peruana e que cada vez mais é usado por músicos de todos os estilos. Conheçam o Rivera Cajon.
Autodidata, Felipe aprendeu o método de produção sozinho e pouco a pouco, desenvolveu as técnicas que utiliza para produzir um instrumento de qualidade profissional. Começou de baixo, com uma pequena oficina no quarto dos fundos da casa de sua mãe, comprando suas ferramentas pouco a pouco e conhecendo os diversos tipos de madeira. Agora Felipe já possui uma oficina que lhe permite produzir cajons para diversas lojas do Rio e de Niterói, além das encomendas diretas. Fábio comprou a ideia do irmão e começou a trabalhar junto com ele, aprendendo as técnicas e colocando seu toque pessoal nos instrumentos que produzia. Paralelo a isso, Fábio – que também é estudante de publicidade e fotógrafo –, começou a desenvolver mais a marca.
Cientes da evolução nas vendas e no feedback positivo dos clientes, eles resolveram desenvolver um site começar a vender pela internet. Novamente capricharam! Muito simples e objetivo, o site permite ao visitante, conhecer todos os tipos de cajons disponíveis e fazer seu pedido de maneira fácil e rápida.
Veja abaixo, o vídeo de divulgação da Rivera Cajon.
Autodidata, Felipe aprendeu o método de produção sozinho e pouco a pouco, desenvolveu as técnicas que utiliza para produzir um instrumento de qualidade profissional. Começou de baixo, com uma pequena oficina no quarto dos fundos da casa de sua mãe, comprando suas ferramentas pouco a pouco e conhecendo os diversos tipos de madeira. Agora Felipe já possui uma oficina que lhe permite produzir cajons para diversas lojas do Rio e de Niterói, além das encomendas diretas. Fábio comprou a ideia do irmão e começou a trabalhar junto com ele, aprendendo as técnicas e colocando seu toque pessoal nos instrumentos que produzia. Paralelo a isso, Fábio – que também é estudante de publicidade e fotógrafo –, começou a desenvolver mais a marca.
Veja abaixo, o vídeo de divulgação da Rivera Cajon.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Um belo campeonato!!
Estamos presenciando a melhor edição do Campeonato Brasileiro de toda a era de pontos corridos. É muito maneiro ver que algumas "máximas" dessa versão estão caindo por terra. Em primeiro dizia-se que o campeão do primeiro turno sempre acaba como vencedor do campeonato. Acho muito complicado isso se repetir este ano, já que o Inter (campeão do 1° turno) tem poucas chances de vencer o campeonato. E quanto aos números magicos? Primeiro diziam que com 60 pontos o time poderia sagrar-se campeão... já era! O líder São Paulo possui 59 e a diferença entre ele e os demais candidatos é de poucos pontos. Segundo diziam que com 45 pontos um time escapava do rebaixamento... também acho que não garante. O Fluminense pode passar essa pontuação, até acredito que passe. Porém, isso não bastará, se Botafogo e Coritiba continuarem ganhando também.
Com o resultado de ontem, o Botafogo já pode sonhar com uma vaga na sul-americana. Para isso, precisa torcer para os tropeços de Coritiba (que joga contra o Atlético MG em casa), Atletico PR (que pega o Fluminense no Maracanã) e Vitória (que enfrenta o líder São Paulo no Morumbi).
Ou seja, o campeonato está totalmente aberto e cada vez mais emocionante!! Somente o "País do Futebol" pode proporcionar ao mundo uma disputa como esta.
Com o resultado de ontem, o Botafogo já pode sonhar com uma vaga na sul-americana. Para isso, precisa torcer para os tropeços de Coritiba (que joga contra o Atlético MG em casa), Atletico PR (que pega o Fluminense no Maracanã) e Vitória (que enfrenta o líder São Paulo no Morumbi).
Ou seja, o campeonato está totalmente aberto e cada vez mais emocionante!! Somente o "País do Futebol" pode proporcionar ao mundo uma disputa como esta.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Mais uma rodada jogada fora
Estou cansado de ver o Botafogo desperdiçando rodadas perfeitas para livrar de vez o time do fantasma do rebaixamento. É impressionante a falta de mobilidade do meio campo do time. Como explicar a má campanha de um time que tem Lúcio Flávio, Leandro Guerreiro, Reinaldo, Vítor Simões, Juninho... Com excessão dos dois atacantes, todos os outros são bem conhecidos do torcedores do Botafogo. Diz a máxima que "futebol é momento", mas como este termo pode se alterar de forma tão drástica com tantos jogadores? Bem, vamos tentar encontrar os motivos.Falta de estrutura? Acho que não, pois é a mesma estrutura que levou o time ao título carioca em 2006 e a boas camapanhas em 2006 e 2007.
Salários atrasados? Também não. A diretoria do Botafogo pode se orgulhar de ter uma folha salarial totalmente adequada à atual realidade financeira do clube.
Falhas nas arbitragens? Estas existiram sim, em demasia, porém não são a causa da atual situação do Botafogo.
O que será que acontece com o Botafogo? Após a derrota, nos penaltis, da seleção sub-20 do Brasil, resolvi ler, como de costume, o blog do jornalista Lédio Carmona e ele dizia que faltou à seleção chutar a porta, roubar a cerveja do sogrão e ainda pedir mais um gole. Em suma, ele constatou que os meninos do Brasil respeitaram demais a seleção ganesa. Acho que o mesmo se aplica ao Botafogo. Os 14 empates da equipe mostram isto. O Botafogo tem a mania de fazer um gol e recuar de forma absurda seu time. Pra quê tanto respeito. Faça o segundo, faça o terceiro, o quarto, e quantos mais puder fazer... Olhando a tabela, reparei que o Botafogo tem apenas uma derrota a mais que o Internacional - terceiro colocado. O Botafogo teve a chance de vencer várias e várias vezes mas, por um inexplicável medo de tomar gols, acabou recuando o time e permitindo ao adversário a pressão necessária para correr atrás do resultado.
Falta aos jogadores do Botafogo o mesmo que faltou à seleção sub-20: ter ciência da grandeza da camisa que estão vestindo e respeitar menos seus adversários. Ainda acredito no Botafogo, assim como acredito no Sport. Nenhum dos dois tem time para cair para a segunda divisão, mas é preciso que eles mesmos acreditem nisto.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Vote no prêmio Luiz Carlos Campos

A Associação brasileira de recursos humanos - ABRH está promovendo, mais um vez, o prêmio "Gestão com pessoas - Luiz Carlos Campos". Este concurso premia as melhores soluções para recursos humanos e os resultados obtidos com elas. Os cases são avaliados por uma comissão julgadora e selecionados para a avaliação do público em geral.
As empresas selecionadas para esta fase final da edição 2009 do prêmio já estão selecionadas. Nesta etapa, de acordo com o regulamento, os cases das organizações finalistas serão julgados por uma comissão e pelo público em geral, que votará pela internet até o dia 23 de outubro. Desta etapa sairá o vencedor da categoria.
Li todos os cases e gostei bastante do apresentado pela empresa de software para gestão empresarial Nasajon Sistemas e pelo restaurante Delírio Tropical.
Concorrendo com o case Gincana de Produtividade, que consiste em uma premiação mensal para os destaques de cada departamento da empresa. A Nasajon apresenta ao público a ideia, o objetivo, as regras e os resultados das gincanas que ajudam a gerir seus funcionários há mais de 13 anos, quando começou o projeto. O legal é que cada departamento tem a liberdade de definir como será a gincana, de acordo com a sua realidade diária, sua demanda e suas atividades rotineiras.
Já o restaurante Delírio Tropical está concorrendo com o case Funcionário/cidadão. A empresa investiu pesado na formação profissional e social dos funcionários, oferencedo palestras, alfabetização dentro da empresa e cursos relativos às atividades do restaurante (atendimento ao público, chefe de cozinha, entre outros).
Para votar e ver mais detalhes sobre as cases clique aqui.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Para os amantes de fotografia... deliciem-se!
O Centro Cultural da Caixa abre suas portas para a mostra da organização holandesa World Press Photo (WPP). Fora da cidade desde 2006, quando foi exposta no Museu de Arte Moderna, a exposição é o resultado do trabalho anual da WWP de reunir e premiar as melhores imagens do fotojornalismo mundial. Em cartaz até 23 de agosto, a mostra faz uma retrospectiva dos fatos mais marcantes de 2008, traduzidos um 196 imagens.Esta edição da WWP registrou um número recorde de inscrições: 5.508 fotógrafos enviaram 96.268 imagens para concorrer aos prêmios nas categorias Notícias em Destaque, Pessoas em Destaque, Natureza, Retratos, Esporte e Ação, Esporte em Geral, Arte e Entretenimento, Vida Cotidiana e Assuntos Atuais.
Os vencedores foram escolhidos por um júri internacional reunido na capital holandesa e anunciados em fevereiro. Três brasileiros tiveram trabalhos premiados nesta edição: Eraldo Peres, da Associated Press, Luiz Vasconcelos, do jornal A Crítica de Manaus e André Vieira, da Focus Photo und Presse Agentur. O Brasil aparece ainda numa série de cinco fotos do mexicano Carlos Cazalis, sobre a população de rua de São Paulo.
O Rio é a primeira cidade da América Latina a receber a exposição, que está viajando o mundo desde maio, exibindo as melhores fotos selecionadas.
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